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Resumo

Esta página descreve o segundo dia da Conferência Europeia sobre Doenças Raras 2007 em Lisboa.

Quarta-feira, 28 de Novembro de 2007: Lançando as sementes do sucesso.

Second day ECRD 2007 in Lisbon - morning

Programa: segundo dia de manhã
Sessão

9.00h
sessão 6
Avaliação da qualidade relevante para as Doenças Raras.

Presidente da sessao: Prof Jorge Sequeiros, Universita Porto
“Primeiro, não prejudique. Se possível, ajude.” Mas como fazer melhor? Para um uso adequado dos medicamentos, a qualidade da informação é essencial. O mesmo se aplica a centros especializados para Doenças Raras: é necessário haver avaliação para prestar o melhor tratamento possível. É igualmente necessário haver informação acerca dos testes genéticos. A informação é a chave para a sua utilidade. Nesta Sessão, os oradores demonstrarão a importância da avaliação da qualidade relevante para as Doenças Raras.

  • Avaliar a qualidade de informação sobre medicamentos para os pacientes
    • Dr Isabelle Moulon, Agência Europeia de Medicamentos
  • Avaliar os resultados da qualidade dos centros de competência
    • Prof Thomas Wagner, Goethe Universita, Alemanha
  • Avaliar a qualidade de informação dos testes genéticos
    • Mr Alastair Kent, Genetic Interest Group, Reino Unido
  • Debate


sessão 8
Abordar todas as necessidades dos doentes, para além do tratamento médico (1)

Presidente da sessao: Ms Lesley Greene, Climb, Reino Unido
Para doenças crónicas e graves, o tratamento não se limita aos tratamentos médico e paramédico. Os doentes e acompanhantes necessitam de outro tipo de cuidados ao longo da vida: informação e apoio através de linhas de ajuda, ferramentas para diminuir o seu isolamento, actividades de lazer, serviços de cuidados de respiro, programas para ajudar o currículo escolar, e organização da transição da prestação de cuidados médicos e tratamento da infância para a vida adulta.

  • Programas terapêuticos recreativos
    • Mr Terry Dignan, Barretstown, Irlanda
  • Linhas de ajuda para Doenças Raras
    • Ms Pamela Davies, Climb, Reino Unido
  • Quebrar o isolamento de pacientes com Doenças Muito Raras (através de linhas de ajuda)
  • O papel das comunidades on-line para as pessoas que vivem com uma doença rara
    • Ms Cécile Méadel, CNRS, França
  • Debate
Coffee break
sessão 7
Novas iniciativas para Doenças Raras nos Estados Membros

A Europa é rica na sua diversidade. Qualquer iniciativa nova que surja num Estado Membro pode, rapidamente, dar origem a acções semelhantes em todos os Estados Membros. Esta Sessão irá destacar 3 exemplos de acções nacionais que podem ser multiplicadas por 27: o plano Português para Doenças Raras, as acções Italianas para a pesquisa em Doenças Raras, o cartão francês de urgência para Doenças Raras.
  • Portugal – um plano nacional para Doenças Raras centrado nas necessidades dos doentes
  • Novas acções Italianas
  • A experiência do cartão francês de urgência
  • Debate

sessão 9
Abordar todas as necessidades dos doentes, para além do tratamento médico (2)

Presidente da sessao: Michele Li Pucci, Organizaçao sobre Thalassemia, Italia

  • Serviços de cuidados de respiro
    • Ms Katrine Fyhri, Frambu, Noruega
  • Doenças Raras na escola
    • Dr Anne Postel-Vinay, Integrascol e Necker hospital, França
  • Pacientes que sofrem de uma Doença Rara da infância à idade adulta – aprender com a experiência
    • Mr Jes Rahbeck, Distrofia muscular de Duchenne, Dinamarca
  • Debate
12.00h
Almoço

Segundo dia ECRD 2007 em Lisboa - tarde

Programa: segundo dia de tarde
Sessão

sessão 10
Aproveitar ao máximo a política de Investigação da EU

Presidente da sessao: Ms Tsveta Schyns, alternada Hemiplegia, Austria
Nesta sessão dedicada à investigação em Doenças Raras, os oradores irão abordar a necessidade de coordenação entre políticas de investigação europeias e nacionais, explicar o espectro alargado da investigação em biomedicina, saúde pública, ciências sociais e ética, e irão também apelar a um ambiente favorável à transferência de descobertas do mundo académico para a indústria. Em 2007, tiveram lugar três workshops importantes sobre este tema, com a participação da Direcção-Geral de Investigação da Comissão Europeia, dos doentes e da indústria.

  • Resultados e perspectivas – Resultados do Workshop (Junho) e Conferência (Setembro) da Direcção-Geral de Investigação
    • Prof Jan SMeitink, Universita de nijmegen, Paises Baixos
  • Expectativas e contributos dos doentes – Resultados do workshop europeus (Maio, projecto Capoira)
    • Fabrizia Bignami, Eurordis
  • Expectativas e contributos da industria farmacêutica e biotecnológica
  • Debate
sessão 11
Moldar políticas futuras para medicamentos órfãos e terapêuticas avançadas

A política europeia para medicamentos órfãos é uma das políticas mais bem sucedidas da União Europeia. Esta Sessão irá apresentar um breve relatório da situação de 2007 e os desafios identificados pela Comissão de Produtos Médicos Órfãos (COMP) para o seu 3º mandato (2006 – 2009). Constitui um obstáculo o desigual acesso aos medicamentos órfãos e as políticas nacionais divergentes para a avaliação de tecnologias da saúde. Serão apresentados os resultados de dois importantes workshops europeus, organizados pela Agência Nacional Francesa para a Saúde e pelo EPPOSI A voz da comunidade com Doenças Raras será também ouvida para no desenho da política futura da EU em terapias avançadas – terapia genética e terapia celular.
  • Sete anos de políticas de medicamentos órfãos: e agora?
    • Dr Kerstin Westermark, Presidente de COMP, Suecia
  • Preparar um cenário Europeu para terapias avançadas (oportunidades para terapia genética, desafios, terapia celular, futura Regulamentação da EU)
    • Ms Anne-Marie Masquelier, Genethon, França
  • Acesso atempado e equitativo a medicamentos órfãos nos Estados Membros – Os resultados do Workshop Europeu HAS (Novembro 2006) e do Workshop EPPOSI (Outubro 2007)
  • Debate

16.00h
Mensagens para acção imediata.

Prof Torrent I Farnell, Espanha

16.15h
Encerramento da Conferência.
 

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