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Resumo

Esta página descreve o primeiro dia da Conferência Europeia sobre Doenças Raras 2007 em Lisboa.

Terça-feira, 27 de Novembro de 2007:Doenças Raras, Um Encontro Com A Europa.

FPrimeiro dia ECRD 2007 em Lisboa - manhã

Programa: primeiro dia de manhã
Sessão
8.30h to 9.30h
Registos
9.30h
sessão 1
Cerimónia de Abertura

  • Mr Terkel Andersen, Presidente da Eurordis, Discurso de abertura
  • Mr Andrzej Rys, Comissáo EU Saúde Pública (tbc)
  • Mr Ministry of Health of Portugal (ac)

sessão 2
Partir de políticas Europeias de sucesso e continuar a avançar

Presidente da sessao: Mr Terkel Andersen, Eurordis
2007 é um ano fulcral para as Doenças Raras. Os Estados Membros e as Instituições Europeias preparam-se para reunir esforços nacionais e europeus de forma a coordenar acções e propor recomendações para melhorar a vida das pessoas que vivem com Doenças Raras. Nesta sessão, os pacientes e seus representantes, profissionais de saúde e outros decisores, terão a oportunidade de debater com representantes do Conselho, do Parlamento Europeu e da Comissão Europeia e assim fazer notar a sua presença neste evento.

  • Novas acções tomadas pela Comissão Europeia na área das Doenças Raras: estratégias e resultados Europeus
    • Mr Antoni Montserrat, Comissao Europeia
  • Recomendações sobre a acção da saúde pública relativa às Doenças Raras: novas perspectivas para as políticas europeias e nacionais
  • Mesa redonda: \ Visão do Conselho \ Visão do Parlamento da EU Visão da Investigação da Direcção-Geral \ Visão da EMEA / iniciativa da Direcção-Geral
  • Debate
Coffee break

sessão 3
Melhorar as políticas de Doenças Raras dos Estados Membros

Presidente da sessao: Prof Luis Nunes, Dona Estefania hospital, Portugal
As políticas e acções dos estados membros na área das Doenças Raras estão a evoluir rapidamente. Estas políticas partilham traços comuns mas divergem em algumas áreas. Na Sessão 3 propõe-se uma análise das políticas em três domínios distintos: políticas gerais, testes genéticos e screening neo-natal, e investigação. Os oradores da DG SanCo Rare Disease Task Force, EuroGentest, e E-Rare irão apresentar estas temáticas e iniciar os debates.

  • Visão geral das políticas de Saúde Pública dos Estados Membros para Doenças Raras: actualização de 2007
    • Dr Ségolène Aymé, Europeia Task-Force sobre Doenças Rares; Orphanet / Inserm
  • Visão geral das políticas nacionais de investigação e colaboração entre Estados Membros
    • Dr Birgit Wetterauer, Ministério Federal dos Educaçao e Investigaçao, Alemanha
  • Debate
13.00h
Almoço
Conferência de Imprensa

Primeiro dia ECRD 2007 em Lisboa - tarde

Programa: primeiro dia de tarde
Sessions
sessão 4
Promoção de Centros de Competência nacionais e Redes de Referência Europeias

  • Construir uma política Europeia dirigida às necessidades dos cidadãos / a visão do Grupo de Alto Nível de Serviços de Saúde e Cuidados Médicos
    • Dr Edmund Jessop, Nacional Grupo de Entradaa ao Serviço, Reino Unido
  • As necessidades e expectativas dos pacientes no que diz respeito ao acesso aos serviços de saúde – O estudo EurordisCare3
  • Construir o caminho para políticas integradas / Facilitar a integração de políticas – Resultados dos workshop Rapsody
    • Ms Birthe Holm, Doenças Raras Dinamarca
  • Debate
Coffee break
Sessão de Posters (outra sala)

sessão 5
Mobilidade na Europa: Moldar os caminhos dos cuidados de saúde às necessidades dos pacientes

Presidente da sessao: Ms Paula Costa, Rarissimas, Portugal
As Doenças Raras não têm fronteiras; afectam pessoas de toda a Europa. A construção da Europa e o estabelecimento de um mercado único de bens e serviços, a abolição de fronteiras internas e a troca de informação criaram um novo tipo de viajante: o doente em busca do tratamento de qualidade. Nesta Sessão, alguns doentes irão explicar porque podem sentir-se tentados a mudar-se para um Estado diferente quando afectados por uma doença rara, os profissionais de Saúde irão explicar como organizam o serviço de Saúde para estrangeiros e o impacto da deslocação da população. As necessidades de mobilidade dos doentes são agora inteiramente parte da evolução dos nossos sistemas de Saúde.

  • Testemunho de um doente
    • Ms Alicja Rostocka, Fibrose Quistica, Polonia
  • Prestação de serviços de saúde para Doenças Raras orientados ao doente
    • IAPO, Paises Baixos
  • Os novos desafios das Doenças Raras a nível da migração dos doentes e dos alargamentos da UE (testes, incidência e consanguinidade, prevalência Europeia mais alta/baixa devida ao alargamento...)
    • Dr jill Clayton-Smith, Sta Mary Hospital, Reino Unido
  • Enfrentar as necessidades de mobilidade dos doentes na Europa
    • Nick Faky, Comissao Europeia (ac)
  • Debate
18.00 h
Final do primeiro dia
 

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